Duas pessoas dão-se muito bem, são amigas.
Uma faz merda. As duas chateiam-se, separam-se, cada uma segue a sua vida.
A lesada tenta seguir em frente, mas sente-se sempre constrangida na presença da outra pessoa. Esta - a que fez asneira atrás de asneira, qual avalancha descontrolada - continua como se nada fosse assumindo, dê por onde der, o papel de vítima.
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